Audrey Silversword

Audrey Silversword foi criada por seu pai, Narlan Silversword (peguei esse personagem do site, ele é de uma família nobre de Cormyr e o paradeiro dele é desconhecido. Isso pode ser revelado no meio/final da história, se for plausível), um homem de porte médio (170 cm de altura, +/- 80 kg) e idade já avançada, em torno de seus 50 anos. Um excepcional ferreiro que também já vivenciara experiências no campo de batalha quando mais jovem (ex guerreiro/clérigo que por algum motivo, teve de se esconder e por isso debandou de Cormyr sem deixar rastros).

Os dois viviam isolados em High Forest, em uma pequena casa de pedra, com portas e janelas de madeira e telhado de palha. Alguns metros dali ficava a forja onde o pai de Audrey trabalhava. Retiravam tudo o que precisavam para se abastecer da própria floresta e seus bens materiais eram em grande parte provenientes do próprio trabalho manual. Outras coisas como tecidos, alguns objetos e utensílios de vidro ou couro eram trazidos por viajantes que vinham em busca de Narlan, requirindo alguma peça ou arma moldados por ele.

Quando pequena, Audrey sempre se perguntou quem eram e de onde vinham estes viajantes misteriosos, pois seu pai nunca a deixava ficar por perto quando os recebia. Quando escutava um som grave e abafado ecoando pela floresta, o qual Audrey não conseguia reconhecer se era de algum instrumento ou criatura, ela e seu pai já sabiam que alguém, ou algo, se aproximava…

Audrey não entendia por que tinha que se esconder toda vez que alguém os visitava, sempre dava um jeito de olhar por trás das portas e fechaduras, mas por algum motivo que não sabia bem ao certo, o fazia de forma bem silenciosa. Muitas vezes seu pai começava a falar coisas que Audrey não compreendia, algum tipo de código ou língua desconhecida para ela. Os viajantes tinham aspectos dos mais variados para Audrey, uns eram altos e fortes, outros baixinhos e outros grandes e gordos. A verdade é que a menina dificilmente conseguia enxergar seus rostos, mas observava as vezes por um vislumbre as vestes que usavam. Algumas eram bordadas em dourado e traziam desenhos de animais e escudos, outras eram sujas e gastas e estranhamente sem vida.

Em seus primeiros anos de vida, Audrey já demonstrava ser uma criança com bastante vigor e energia. Passou por toda a sua infância sem contrair uma enfermidade sequer e logo aprendeu a lidar com alguns ossos quebrados. Não fora letrada por seu pai, logo não sabia ler, nem escrever, mas aprendeu empiricamente tudo o que precisava para sobreviver naquele ambiente: sabia guiar-se pelo sol, lua e as estrelas, aprendeu a seguir rastros de animais e a reconhecer frutas comestíveis e plantas medicinais, aprendeu a não se meter com elfos da floresta, nem druidas etc, mas tinha simpatia pelos gnomos.

Por volta de seus 10 anos já era exímia caçadora. Aprendera com o pai a construir armadilhas e a usar armas de curto combate, como espadas e punhais. Seu grande fascínio tornou-se o arco e flecha, dedicava-se diariamente ao estudo deste artefato e seu uso. Audrey sempre demonstrou aptidão para o combate, a medida que crescia isto era cada vez mais evidente.

Aos 15 anos, precisou despedir-se de seu pai. Narlan falecera devido a idade avançada.

Audrey havia sido instruída por ele sobre este dia. Anos antes, seu pai lhe disse que High Forest não a acolheria após sua partida. Ela precisaria deixar aquele lugar, levando apenas o necessário para cruzar os limites da floresta. Narlan entregou a sua filha uma carta e um punhado de moedas de ouro. Ela deveria seguir para Cormyr, um lugar ao leste. Lá ela encontraria um homem chamado Vangerdahast, um velho amigo que poderia fornecer abrigo em troca das moedas de ouro. A carta, por sua vez, era destinada a uma outra pessoa, uma mulher, “fulaninha”. Narlan não revelou a sua filha nada sobre esta mulher ou sobre o conteúdo da carta.

Por fim, disse à Audrey “E lembre-se: Jamais revele informações sobre este lugar ou sobre a vida que levamos aqui. Tome, guarde bem isto e não o perca por aí! É um (alguma coisa que vai ajudar ela a se guiar, ou sei lá!!), em Cormyr você vai descobrir como isto lhe será útil…”

Audrey jamais se esqueceria das palavras de seu pai. Juntou suas coisas em poucos minutos (uma carta, um punhado de moedas, seu arco e flechas,alguns cereais e água e essa bagaça e ele deu pra ela) e partiu em direção a Cormyr. Antes de entrar por entre as árvores que rodeavam a clareira, olhou para trás uma última vez, um ruído grave e abafado podia ser ouvido a medida que duas figuras se aproximavam de sua casa.

Player : Helena

Birth NameAudrey “noble strength” Silversword *

Nicknames-

Home High Forest ? *

Race Human

Gender Female

Weight 50kg

Height 160cm

Patron deitySegojan Earthcaller, Flandal Steelskin ?

Born?

Died-

Age15

ClassFighter

Alignment: Neutral Good *

* High Forest, Long ago, when the elves truly ruled Faerûn, the kingdom of Eaerlann held sway in the High Forest. Eaerlann fell in 882 DR when Ascalhorn became Hellgate Keep. Soon after the elves began to slip away from the High Forest, embarking on their Retreat. Among the known inhabitants of the woods are the aarakocra among the Star Mountains, centaurs, dragons, drow, a few elves and humans, gnomes, korreds, gnolls, orcs, pegasi, pixies, satyrs, treants, and unicorns. The few humans who dwell here are generally rangers, druids, or adventurers used to surviving in wild environments. Trade with the outside world is infrequent, as the forest is self-sufficient and its resources provide for the inhabitants.

* Segojan Earthcaller was the neutral good gnome deity of earth and nature. Unlike his ally Baervan Wildwanderer, who was a god of the plants and forests of the surface world, Segojan’s area of concern was the deep earth and the life within it. Segojan was also seen as the gnomish god of the dead, for the forgotten folk interred their fallen kin into his domain. His holy symbol was a glowing gemstone; usually this was a finely cut gem of any type in which illusion spells had been cast to provide magical light. This could be any gem, but Segojan is associated strongly with diamonds. His sacred animal was the badger.

* Flandal Steelskin was the gnomish god of mining and smithing, an excellent craftsman with an unerring nose for finding metals in the earth. He was physically strong, and no stranger to battle. He helped forge Arumdina, and so often had the ear of Garl Glittergold. He was also concerned with the skills of gnomes working as artisans and crafstmen of all kinds. Worshipers: Flandel Steelskin’s church was organized similarly to a guild serving mostly as a forum to enable gnomes to improve their skills as craftsmen. Most clergy were master smiths and were known for producing exceptional armor and weapons. His priests prayed for spells at noon when the forge of the world was hottest. Flandel Steelskin’s holy day was the High Forge celebrated on Midsummer day when the faithful gathered to sacrifice weapons and sing percussive hymns.

* Neutral Good, A neutral good character does good for goodness’ sake, not because he is directed to by law or by whim. Such a character will obey the law, or break it when he sees that it will serve a greater good. He isn’t bound strongly to a social system or order. His need to help others and reduce suffering may take precedence over all else.

* Silversword is a noble house of Cormyr. Living members: Ammanadas Silversword, Melot Silversword. Deceased members: Narlan Silversword, disappeared without a trace.

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